
Sócrates foi uma das caras mais reproduzidas nos vários carros alegóricos, ou não fosse a folia na cidade marcada pela sátira política e social. A sair de um caixão e comparado a Salazar, sentado à mesa com um governante chinês, degolado numa guilhotina por ter arruinado Portugal, como o marionetista que manipula o Presidente da República, Cavaco Silva, ou como um dos bandidos da Banda Desenhada, os “irmãos metralha”, o primeiro-ministro foi um dos principais alvos da crítica dos foliões.
Um pouco por toda a região, houve corsos e outras manifestações carnavalescas de que damos conta nas páginas interiores.
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