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Um prédio dos anos 50 que foi totalmente renovado

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Um prédio dos anos 50 que foi totalmente renovado
O prédio foi construído em 1953 e hoje está dotado com todas as comodidades de uma habitação contemporânea

A empresária Fátima Duarte, que já possui na cidade outras empresas ligadas à restauração, decidiu investir na área do imobiliário. Adquiriu, juntamente com os filhos, o prédio na Rua Hemiciclo João Paulo II onde explorava, com o marido João Duarte (falecido em 2017) o bar Xadrez e remodelou-o, totalmente. A empresária gostou do desafio, ocupou-se dos detalhes da decoração e se surgir nova oportunidade quer voltar a aposta na reconstrução.

Gazeta das Caldas
Fátima Duarte mostrou várias áreas do terceiro andar,
o único que ainda não estava vendido

A compra deste prédio, construído em 1953, foi feita em 2015 pelo casal João e Fátima Duarte. “Comprámos por bom preço dado que o imóvel estava um pouco degradado”, referiu a empresária da Jonepal, sem no entanto revelar o montante da aquisição.
O prédio tem três andares (T4) com 165 metros quadrados cada um. Só falta vender o último andar que tem um preço de 185 mil euros.
As obras de recuperação do imóvel decorreram entre Fevereiro e Novembro de 2016. A maior dificuldade encontrada foi a degradação em que o prédio se encontrava dado que não era habitado há 30 anos. No entanto, a construção  é boa, com a estrutura e várias paredes construídas em pedra. “Anulei um quarto para ganhar espaço na sala de refeições”, afirmou a empresária, que quis investir em materiais de qualidade. O chão tem piso flutuante, as janelas são duplas e os estores são eléctricos. As casas têm pré-instalação para ar condicionado e para a colocação de placas solares.
As cozinhas estão todas equipadas com eletrodomésticos, entre os quais uma máquina de lavar louça e ainda um cilindro de 150 litros. Optou-se por tudo elétrico pois Fátima Duarte não quis colocar gás no imóvel reconstruído.
“Recuperei um espaço de lazer comum onde há uma churrasqueira e mobiliário”, disse a responsável, explicando que o público alvo é a classe média alta. “Tenho tido procura de casais jovens, mas nem todos têm tido acesso ao crédito bancário”, disse Fátima Duarte que lamenta que o prédio não tenha elevador, o que dificulta a aquisição da casa por clientes mais velhos.
Também constatou que entre os interessados estão casais novos com filhos que têm muitas actividades extra-curriculares, o que os obriga a ficar na cidade até mais tarde. Alguns contam-lhe que gostariam de trocar as suas vivendas na periferia pelos seus andares recuperados, no centro das Caldas.
Apostar na recuperação foi um bom desafio para a empresária, que diz que é importante ter em atenção vários factores. Na sua opinião, é fundamental adquirir  os imóveis a bom preço e ainda ter uma noção muito clara sobre quanto será necessário investir na intervenção e na aquisição dos materiais.
Em termos de decoração, área que a própria empresária se ocupou, diz que “fiz cada andar com a sua paleta de cores”. Há um em que apostou em tons terra, noutro em cores muito claras e noutro no preto e branco.
Esta foi a primeira experiência na área da recuperação imobiliária da empresa Jonepal. Fátima Duarte contou com a ajuda do arquitecto Vítor Cunha e da equipa da Alexandre Sousa Construções, empresa das Gaeiras que já trabalhou na remodelação de outros prédios caldenses.

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