
Montado o posto de triagem no recinto foi feita a avaliação das vítimas, enquanto os colegas assistiam ordeiramente a todo o teatro de operações.
José Silva, segundo comandante dos Bombeiros das Caldas, destaca que estes simulacros são importantes para testar as medidas de auto-protecção que instituições como a Infancoop possuem e preparar, sobretudo as crianças, para que “numa situação real não haja o medo”. Permitem ainda aos bombeiros testar a sua acção, de modo a que em caso de acidente real possam trabalhar em conjunto de forma mais célere e organizada.
Minutos antes do simulacro, os alunos do primeiro ciclo participaram numa acção de prevenção de sismos, dinamizada pelo responsável pela Protecção Civil caldense, José António Silva, e que terminou com a experiência sentida aquando de um sismo, na plataforma vibratória.
A plataforma de seis metros quadrados permite a simulação de um sismo de magnitude 6,8 na escala de Richter e tem percorrido as escolas da região em acções de sensibilização. Criada por José António, esta pode ser completada com uma outra de igual dimensão e que se encontra actualmente em Lisboa, de onde seguirá para Cascais, também para iniciativas de prevenção. O responsável já faz acções deste tipo há 10 anos e considera que as pessoas já vão estando sensibilizadas. Referiu que os sismos são fenómenos que se repetem e que, por isso, é importante que as pessoas estejam preparadas, “sabendo o que fazer antes, proteger-se durante, e socorrer depois do fenómeno”.
Para o presidente da Infancoop, Pedro Sequeira, estas iniciativas de prevenção junto das crianças são bastante importantes, até porque depois são replicadas pelos pais e familiares nas suas casas. “Temos esperança que quando forem adultos tenham atenção a estas situações”, concluiu.