
Na opinião dos jovens sociais-democratas, numa altura em que se fala de empreendedorismo e em cativar novas fontes de receita, “fechar o Hospital Termal significaria acabar com uma das melhores formas de encontrar novos caminhos para a sustentabilidade económica do próprio Hospital das Caldas”. Os “laranjinhas” acreditam que esta unidade de saúde pode voltar a ser um motor para a economia da região, gerando emprego. A carta termina com um voto de confiança no primeiro-ministro e fazendo um apelo “à reabertura do Hospital Termal o mais curto espaço de tempo”. P.A.