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Jovem casal desaparecido na Foz terá sido falso alarme

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Jovem casal desaparecido na Foz terá sido falso alarme
Um mar bravio e espumoso na tarde de sábado na Foz do Arelho quando ainda decorriam as buscas ao alegado casal desaparecido | C.C.

Terá sido falso alarme o alerta que levou a Polícia Marítima a realizar buscas por um jovem casal desaparecido na praia do mar da Foz do Arelho, na passada sexta-feira, 3 de Fevereiro.
As buscas decorreram durante o final da tarde de sexta-feira, entre as 19h00 e as 22h00 e durante o dia de sábado, com auxílio da Polícia Marítima, dos bombeiros e da GNR das Caldas. Mas foram encerradas ao final desse dia por falta de indícios que comprovassem o desaparecimento.

Marco Augusto, capitão do Porto de Peniche, disse à Gazeta das Caldas que os únicos indícios encontrados foram algumas pegadas junto ao local onde o casal terá sido visto, junto às muralhas perto da marginal. Não houve, inclusivamente, informação por parte de familiares ou amigos do desaparecimento do casal, o que levou a que o alarme não tivesse “passado da incerteza”, disse o capitão do Porto de Peniche.
Marco Augusto refere que foi feita uma interpelação aos concessionários dos bares para aferir se lá tinha estado algum casal que coincidisse com a descrição do casal desaparecido. Esta diligência permitiu contactar um casal de estudantes que confirmou ter estado no local, mas longe da água.
Apesar das buscas terem sido encerradas, a capitania mantém as patrulhas regulares, “com especial incidência nesse local”, sublinha o capitão do Porto de Peniche.
Marco Augusto diz que a esperança é que o casal, que teria à volta de 20 anos, “tenha recolhido sem que quem estivesse na zona se tivesse apercebido”, o que, acrescenta, é comum quando quem está naquela zona opta por abandonar a praia por outro lado.
O capitão do Porto de Peniche disse ainda à Gazeta que não há conhecimento de qualquer incidente na região durante o período do alerta vermelho devido à forte agitação marítima. Refere que foi efectuada de forma atempada a delimitação das zonas onde é habitual registarem-se galgamentos do mar, como são os casos da marginal da Foz do Arelho e em várias zonas de Peniche, como a Papoa, o cabo Carvoeiro, ou no Molhe Leste. Marco Augusto adiantou que foram apenas alertadas algumas pessoas que estavam potencialmente em situação de risco a tirar fotografias.
Este “não caso”, contudo, fez com que a Foz do Arelho fosse notícia nacional durante 24 horas nos órgãos de comunicação nacionais, num fim-de-semana que se caracterizou por muitas notícias relacionadas com o mau tempo e com o desaparecimento, em Ílhavo, de uma mulher que foi arrastada pelo mar.

TERRA VOLTOU A TREMER NO OESTE

Na noite de 1 para 2 de Fevereiro a terra voltou a tremer no Oeste, com um sismo de 3,7 graus na escala de Richter com epicentro em Porto-de-Mós, segundo informação do IPMA. O fenómeno aconteceu pelas 23h22 e foi sentido nas Caldas da Rainha. Cerca de duas horas depois registou-se uma réplica, com magnitude de 2,6 graus na mesma escala, cujo grau máximo é 10. Há relatos do abalo ter sido sentido inclusivamente em Lisboa, mas não foram registados danos.

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