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Hospital das Caldas tem novos equipamentos de imagiologia

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Hospital das Caldas tem novos equipamentos de imagiologia
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O Hospital das Caldas terá pela primeira vez um TAC

Até ao final de Fevereiro o Hospital das Caldas vai passar a ser auto-suficiente em relação a todos os exames de imagiologia, com excepção das ressonâncias magnéticas ou de exames muito específicos que são normalmente solicitados aos hospitais centrais.
O Centro Hospital Oeste Norte (CHON) investiu um total de 980 mil euros, comparticipado a 80% por fundos comunitários através do FEDER, na aquisição de um TAC (tomografia axial computadorizada), um ecógrafo, um mamógrafo e equipamentos de raio x, que serão ligados a um sistema de arquivo e partilha de imagens (PACS).

O presidente do CHON, Carlos Sá, acredita que conseguirão uma grande poupança nos custos em exames na área da imagiologia, embora não possa para já adiantar valores de poupanã. “Gastamos por ano cerca de 950 mil euros neste género de exames”, sendo que continuaram a necessitar de gastar exteriormente “cerca de 300 mil euros” anuais na ressonância magnética.
“Só pagámos 20% do investimento na compra dos equipamentos, porque 80% foi comparticipado pelo FEDER, e vamos ter custos muito menores na realização dos exames”, salientou Carlos Sá.
“Vamos passar a ser auto-suficientes no que diz respeito a TACs, à ecografia e à mamografia”, referiu Carlos Sá. “Estamos também a melhorar significativamente a área do raio-x que já existia” através da digitalização dos exames (PACS) e da ligação em rede dos três hospitais (Alcobaça, Caldas e Peniche) do CHON. “Isto tornará possível que qualquer médico, independentemente da unidade onde esteja, possa ver de imediato o resultado do exame que um paciente faça nas Caldas”, explicou o responsável.
Os equipamentos já foram adquiridos e vão ser feitas algumas obras de adaptação no serviço de Imagiologia do hospital das Caldas, para que as máquinas, de grande dimensão, possam ser instaladas.
O presidente do CHON não soube ainda responder quem serão os médicos e técnicos responsáveis pela utilização dos novos equipamentos. Uma das limitações, segundo Carlos Sá, é a recente legislação que “impede a prática de preço-hora superior a 30 euros para as especialidades”.
Uma das possibilidades poderá ser um protocolo de colaboração com a Cedima, unidade privada das Caldas da Rainha que actualmente é responsável pela maioria dos exames TAC realizados através do Serviço Nacional de Saúde.
“Ainda não estamos em negociações com ninguém. Vamos abrir concurso e quem quiser pode concorrer”, explicou Carlos Sá. Outra possibilidade será a de contratação de médicos imaginologistas.

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