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Escola de Sargentos faz donativos à conferência S. Vicente de Paulo

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Escola de Sargentos faz donativos à conferência S. Vicente de Paulo
Elementos da ESE foram entregar os donativos nas instalações da conferência | Fátima Ferreira

Centenas de bens alimentares, roupa e outros bens foram entregues por elementos da Escola de Sargentos do Exército (ESE) à Conferência de S. Vicente de Paulo – Nossa Senhora do Pópulo, que apoia, mensalmente, cerca de 30 famílias.
A entrega decorreu na tarde da passada terça-feira e contou com a presença do segundo comandante da instituição, Rui Dias, que destacou o sentimento de “realização humana” ao ajudar quem mais precisa. A dádiva resulta, em parte, do contributo dos perto de 250 alunos que frequentam escola de sargentos e este ano foi maior. Rui Dias destacou a generosidade dos alunos e manifestou que ele, próprio, tendo em conta o periodo que atravessamos, procura também contribuir mais. “Quem tem coração e vive o Natal todos os dias sente-se obrigado a contribuir da forma que pode”.
Para além desta instituição, a ESE apoia anualmente o Centro de Educação Especial Rainha D. Leonor.
O presidente da Conferência de S. Vicente de Paulo – Nossa Sra do Pópulo, Hermínio Machado, destacou o esforço e generosidade da ESE e agradeceu os jovens militares em formação a “alegria e empenho” na recolha de alimentos, roupas e outros objetos, “ajudando outras pessoas a viver com maior dignidade”.
A funcionar nas Caldas desde 1923, a conferência atualmente distribui bens alimentares, e algum mobiliário, pelas familias carenciadas que apoia. “Teve uma época de ouro em que chegaram a construir sete moradias para ajudar os pobres”, lembra Hermínio Machado, dando nota de que atualmente mantêm três, que estão entregues a famílias mais carenciadas. A pandemia veio dificultar o trabalho, mas também têm tido mais dádivas.
O responsável reconhece que a capacidade de resposta é limitada, tendo em conta o número diminuto de voluntários, quatro pessoas. “Chegámos a ser 22 e nessa altura, a conferência também dava apoio a famílias em casa, ao nível de higiene e limpeza, medicação e rendas de casa. “Mas depois muitos afastaram-se e é impossível manter uma tarefa alargada com poucos voluntários”, explicou.
Com a pandemia tem havido uma maior procura de apoio, embora não consigam em, muitos dos casos, dar a resposta que gostariam. Por vezes o apoio é pontual, de pessoas que se vêem em situação dificil, sem rendimentos, e que a conferência inclusivamente tem ajudado a encontrar emprego. No entanto, nesta altura é mais dificil, tendo em conta que o desemprego está a aumentar, e o apoio é feito com a entrega de bens alimentares.
Esta conferência está instalada nas antigas oficinas da Câmara, junto ao Centro da Juventude caldense.

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