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Rotários distribuíram viseiras nos mercados da fruta e do peixe

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Rotários distribuíram viseiras nos mercados da fruta e do peixe
Os rotários distribuíram centenas de viseiras por vendedores e clientes da Praça de Fruta

O Rotary Club das Caldas da Rainha está a oferecer à comunidade mil viseiras e dois mil pares de luvas no combate à pandemia. Esta é apenas uma de várias iniciativas solidárias que está a promover

Elementos do clube rotário das Caldas da Rainha distribuíram, durante a manhã de sábado, cerca de 600 viseiras nos mercados da fruta (Expoeste) e do peixe, no centro da cidade. Tratou-se de mais uma acção de uma campanha de solidariedade que o clube dinamizou, financiada pelo Rotary Internacional, de entrega de mil viseiras e de dois mil pares de luvas (no valor de 621 euros).
De acordo com o presidente do clube, José António Correia, já foram entregues cerca de 300 viseiras à União de Freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e S. Gregório, que as distribuiu por centros sociais, e também fizeram chegar ao centro social de A-dos-Francos. Estão agora à espera de receber as luvas de nitrilo, que se encontram esgotadas e que serão, depois, entregues às instituições. “Hoje estamos aqui [na Praça da Fruta] a distribuir pela comunidade, que é quem precisa mais destes equipamentos para fazer face à pandemia”, salientou aquele responsável.
A parceria com a Junta de Freguesia contemplou também a aquisição de Tecido Não Tecido (no valor de 755 euros) para fazer máscaras no âmbito do projecto Máscaras para Todos.
O rotary caldense participa noutro projecto de solidariedade, no valor de 4 mil euros, dos quais 2 mil euros são garantidos pelo clube e os restantes subsidiados pela Fundação Rotária Portuguesa. Já foi feita uma primeira entrega de equipamento de protecção individual no hospital caldense e estão a preparar uma segunda dádiva, agora de batas reutilizáveis.
Também o vereador Pedro Raposo participou na acção, que viu como um complemento ao apoio prestado à comunidade. “É com agrado que percebemos que há várias entidades da sociedade civil que se preocupam e acentuam a mensagem da protecção e medidas de segurança, e que promovem as condições para que os mercados continuem a funcionar”, manifestou.
A autarquia está a preparar o regresso dos vendedores ao tabuleiro na Praça da República, em meados de Julho, “mantendo condições de segurança”. A praça não será fechada, mas terá adaptações como um controlo nos acessos e sinaléctica. De acordo com o autarca irão recorrer a tecnologia que, através da imagem, permite a detecção e contabilização instantânea do número de pessoas e a sua projecção. Essa referência permitirá a quem chega ao mercado perceber se deve entrar ou esperar que alguém saia do tabuleiro, para que possa circular em segurança.

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