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Câmara Municipal aprova projecto-base para novo quartel da GNR em Óbidos

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Câmara Municipal aprova projecto-base  para novo quartel da GNR em Óbidos
Maquete do espaço onde será instalado o futuro quartel da GNR em Óbidos, junto à zona desportiva

O executivo municipal de Óbidos já aprovou o projecto–base para a construção do novo quartel da GNR, cuja obra deverá arrancar em Outubro e terá um prazo de execução de 12 meses. Trata-se de um investimento de 1,2 milhões de euros e que permitirá tirar o equipamento de dentro da vila para a Quinta do Jardim, junto ao complexo desportivo de Óbidos

O novo quartel da GNR de Óbidos já tem o projecto-base aprovado pela Câmara Municipal. Segue-se a aprovação do projecto de execução, o que deverá acontecer em Fevereiro, a contratação pública, o visto prévio do Tribunal de Contas e a consignação da obra. A autarquia prevê que os trabalhos possam efectivamente começar em Outubro deste ano e o prazo de execução é de 12 meses.
A construir na Quinta do Jardim, junto ao complexo desportivo de Óbidos, num terreno cedido pela Câmara pelo prazo de 50 anos, renovável por períodos de 20 anos, o quartel terá dois edifícios autónomos. O edifício principal irá albergar as áreas de serviço e de funcionamento da actividade e das forças de segurança, enquanto o outro é destinado a garagem e parqueamento e espaços de apoio. Entre estes dois edifícios, cria-se o espaço da parada.
O programa define ainda áreas de estacionamento coberto, garagem, zona de gerador, área de lavagem e zona de lixos.
A localização definida garante uma boa acessibilidade, pedonal e viária, incluindo a ligação ao IP6, e a proximidade aos restantes aglomerados do concelho, pelo que ficam garantidas as relações de proximidade e facilidade de acesso.
A empreitada, de 1,2 milhões de euros, será garantida pelo governo, mas a dona da obra será a Câmara, cujo presidente, Humberto Marques, destaca que o novo equipamento terá melhores condições de trabalho e conforto, além de poder albergar mais efectivos. Permitirá ainda “encurtar o tempo de socorro muito significativamente, pelo facto de não estar dentro do perímetro muralhado”, salienta.

Saída do interior da vila

Com a construção, a GNR sairá do interior da vila, pondo assim termo aos constrangimentos com a falta de acessibilidades e condições daquele espaço. Contudo, e de acordo com o autarca, ainda não está definido o destino do imóvel situado próximo da cerca do castelo. No ano passado, aquando da assinatura do contrato de cooperação interadministrativo entre a autarquia, a Secretaria-Geral da Administração Interna e a GNR, o autarca disse à Gazeta das Caldas que ali poderia nascer uma residência ou um equipamento sem fins públicos.

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