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Câmara das Caldas da Rainha cria fundo para famílias carenciadas

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A Câmara das Caldas da Rainha aprovou, por unanimidade, a criação de um Fundo de Emergência Social, cujo valor deverá rondar os 100 mil euros, para apoio a famílias em dificuldades financeiras conjunturais.

O fundo, que será gerido pela rede social municipal, tem o carácter de reforço financeiro para apoio às populações. A autarquia não se relacionará directamente com as famílias que recorram ao fundo, devendo estas dirigir-se às entidades que se encontram no terreno, e que organizarão um relatório sobre a pessoa ou família e as suas dificuldades reais.
A verba será depois remetida pela Câmara à entidade que a propôs e que irá, depois, atender às necessidades do carenciado, mas este apoio nunca será feito através de entrega de dinheiro á família.
De acordo com a vereadora da Acção Social, Maria da Conceição Pereira, esta medida é o tornar regular algo que, na prática, já existe. “A Câmara tem estado a acompanhar a situação social do concelho desde o início do ano, através dos seus serviços e da rede social”, refere a autarca, acrescentando que já foram feitas reuniões com as Juntas de Freguesia e instituições de solidariedade social, para acompanhar os casos de maior carência.
O Banco Alimentar contra a Fome, a Cruz Vermelha e as outras instituições de solidariedade “já estão em alerta para, quando houver situações de emergência, as fazer chegar à Câmara e, em rede, as possamos minimizar”, explica a vereadora
No que se refere aos alimentos, a Câmara já costuma compensar quando estes faltam no Banco Alimentar.
A autarca contou ainda que têm aumentado as solicitações de alimentos e os pedidos de medicamentos por parte dos idosos.
“O governo lançou uma série de medidas na área social e achamos que as nossas decisões deviam estar em consonância com as da administração central”, refere a vereadora caldense.
A proposta foi apresentada já há algum tempo pelos vereadores do PS e aprovada por unanimidade em sessão de Câmara, em Julho. Em Setembro será votado em Assembleia Municipal e será formalmente aprovado o seu montante.
Para o vereador socialista, Delfim Azevedo, a criação deste fundo é “absolutamente necessária pois basta olhar para o lado e ver que existem famílias desempregadas, jovens com necessidades e idosos que têm dinheiro apenas para alimentos ou para os medicamentos”.
O PS pretende também que no próximo orçamento, para 2012, seja renovado este fundo de emergência social.

 

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