Início Política PS voltou a ter maioria na Câmara de Óbidos… por breves instantes

PS voltou a ter maioria na Câmara de Óbidos… por breves instantes

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O PS, que é oposição na Câmara de Óbidos, chegou a ter a maioria na votação de alguns pontos da sessão pública do passado dia 30 de Novembro, mas esses – propostos pelo PSD – até acabaram por ser aprovados com votos dos socialistas.
Os vereadores do PS ficaram em maioria em dois pontos da reunião. O primeiro determinava a isenção do Centro Social Cultural Recreativo Arelhense do pagamento das taxas municipais relativas à realização da festa anual em honra de Santo André, no Arelho. A maioria laranja viu-se reduzida a dois vereadores, com Pedro Félix ausente com justificação e o presidente Humberto Marques – natural e residente do Arelho – a não querer votar neste ponto.

O momento foi registado pelos socialistas com humor, uma vez que estavam, pela primeira vez neste mandato, em maioria na Câmara, e pelos social-democratas com desportivismo. O ponto foi aprovado com os votos a favor de Margarida Reis e José Pereira, do PSD, e de Vítor Rodrigues, do PS.
A maioria socialista repetiu-se na votação da prorrogação do prazo da empreitada de requalificação do Complexo Industrial Vinícola de A-da-Gorda – Espaço Memória. Neste ponto o presidente da Câmara, Humberto Marques, estava impedido de votar por se tratar de um despacho por si emitido. Aqui a votação até poderia ter sido mais problemática para a maioria laranja. O vereador Paulo Gonçalves disse que o PS estava preparado para votar contra o novo alargamento da entrega da obra. No entanto, como o pedido surgiu acompanhado de um novo plano de trabalhos, o que não aconteceu noutra ocasião, o ponto acabou por ser aprovado e por unanimidade.
De resto, numa sessão sem temas fracturantes em discussão, a maioria social-democrata e a minoria socialista entenderam-se na maioria dos pontos.
Exemplo disso foi a alteração proposta pelo PS para os critérios de atribuição de bolsas de estudo a estudantes universitários do concelho. Os socialistas consideraram excessivo que o aproveitamento fosse em 100% das disciplinas em que os estudantes estiveram inscritos no ano lectivo anterior ao da candidatura. O diálogo entre os dois partidos permitiu baixar esse índice de aproveitamento para 93%, o que permitirá o acesso às bolsas a alunos que transitem de ano, mesmo que tenham deixado uma ou duas cadeiras por fazer.

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