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PS das Caldas realizou jantar de Natal já com as baterias apontadas às autárquicas de 2021

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PS das Caldas realizou jantar de Natal já com as baterias apontadas às autárquicas de 2021
José Ribeiro, líder da concelhia caldense, com Sara Velez, deputada caldense na Assembleia da República, António Sales, secretário de Estado da Saúde, e Ana Catarina Mendes, líder parlamentar do PS

A concelhia do PS das Caldas da Rainha realizou o seu jantar de Natal no passado dia 7 de Dezembro – data em que Mário Soares um dos fundadores do partido, completaria 95 anos. Os socialistas caldenses querem aproveitar os bons resultados dos dois últimos actos eleitorais para projectar as autárquicas de 2021, nas quais querem potenciar as votações obtidas a nível local.

A família socialista caldense juntou-se no restaurante Paraíso para o tradicional jantar de Natal, no qual contou com a presença de várias figuras de cariz nacional, como a líder parlamentar Ana Catarina Mendes, o secretário de Estado da Saúde António Sales e a líder das Mulheres Socialistas e também deputada Elza Pais.
Na sua mensagem aos camaradas, José Ribeiro, presidente da concelhia das Caldas do PS, disse que o partido tem feito um bom trabalho e que continuará a fazê-lo no apoio ao governo de António Costa, “que nos satisfaz bastante” e que é igualmente tempo de começar a “unir forças para as batalhas que aí vêm”, nomeadamente, a nível local, nas autárquicas de 2021.
“Apresentamos sempre um projecto com propostas muito claras e concretas do que queremos para o concelho”, disse, acrescentando que os resultados das últimas eleições (europeias e legislativas) no concelho dão “força redobrada” para a tentativa de terminar a hegemonia do PSD.
Ana Catarina Mendes, líder parlamentar dos socialistas no parlamento, manifestou o desejo de que o quinto orçamento de Estado apresentado pelo PS de forma consecutiva continue o caminho trilhado no mandato anterior. “Já não estamos a falar de reposição de rendimentos, mas de consolidação do Estado Social, com apostas nos serviços públicos de saúde, educação, habitação e transportes”, sublinhou. A deputada acrescentou que o governo pretende reforçar o investimento público para dinamizar crescimento económico e a criação de emprego, assim como o reforço das políticas de valorização de salários e apoios sociais, necessários para diminuir as assimetrias sociais de um país em que o risco de pobreza se mantém elevado.

MAIS INVESTIMENTO NO CHO?

Também presente no jantar de Natal da família socialista caldense foi o secretário de Estado da Saúde, António Sales, que falou sobre os investimentos do governo nesta área em particular.
António Sales destacou “a obra feita aqui pelo governo” na requalificação da urgência do hospital das Caldas da Rainha, no compromisso para financiar o seu equipamento e também o esforço feito para a integração nos quadros do CHO dos trabalhadores a título precário.
Além do investimento já feito, o governante não fechou a porta a mais investimentos na unidade hospitalar que serve as Caldas da Rainha. “Olhamos para os problemas de forma optimista e estou convencido que o hospital das Caldas terá evolução positiva”, reconhecendo que há carências além do serviço da urgência. “Os investimentos estarão programados para serem feitos de forma faseada, assegurada esta situação [do serviço de urgência] passar-se-á a outras”, apontou.
Quanto à construção de um novo hospital para o Oeste, António Sales não assumiu compromissos. Lembrou que foi assinado um protocolo com a OesteCIM para a realização de estudos e afirmou que é nos critérios técnicos que se deve basear a decisão política de avançar, ou não, com um novo hospital.
Às críticas que o candidato à liderança do PSD, Luís Montenegro, fez nas Caldas da Rainha de que haveriam 200 pessoas sem acesso aos cuidados de saúde, o secretário de Estado respondeu com números que indicam a “recuperação” feita na área da saúde pelo último mandato do governo socialista. “No início da legislatura de 2015 havia 1,3 milhões de portugueses sem médico de família, a inovação terapêutica estava congelada, o investimento era de 90 milhões de euros, hoje passou para entre 150 e 200 milhões, recuperámos 14.900 profissionais e houve uma recuperação financeira 1,4 mil milhões de euros”, observou. António Sales acrescentou que, agora, é tempo de “passar para o desenvolvimento e é isso que vamos, com certeza, fazer”.

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