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Campanha da coligação distrital do PSD/CDS-PP arrancou nas Caldas

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Campanha da coligação distrital do PSD/CDS-PP arrancou nas Caldas

FotoaccaocampanhaA coligação governamental decidiu começar a campanha distrital nas Caldas da Rainha pelo facto de esta ser uma cidade emblemática para o PSD e CDS-PP e por, ao sábado, haver sempre muita gente nas imediações da Praça da Fruta. Daí que os elementos da “Portugal à Frente” tivessem escolhido o passado dia 20 para iniciar a campanha.
Pouco faltava para as 11h00 quando um grupo de 15 militantes do PSD e CDS-PP locais começou a percorrer a Rua das Montras a distribuir propaganda e apelar ao voto nesta coligação. Os deputados caldenses na Assembleia da Republica Maria da Conceição Pereira (PSD) e Manuel Isaac (CDS-PP) marcaram presença, assim como os presidentes das concelhias dos dois partidos, Hugo Oliveira e Margarida Varela. Estiveram ainda, entre outros, a deputada social-democrata de Leiria, Laura Esperança, e vários militantes do PSD e CDS-PP, assim como o líder da JSD caldense, Rui Constantino.
O director distrital da campanha, Fernando Costa, disse que se deve explicar às pessoas que é preciso ter esperança e que, com este governo, “estamos a recuperar e queremos fazê-lo de forma melhor que a Grécia”.
Um dia depois de conhecidas as sondagens que davam a vitória, por um ponto percentual, à coligação PSD-CDS/PP, o ex-presidente da Câmara das Caldas disse estar confiante nos resultados.
Fernando Costa critica as posições internas do maior partido da oposição, revelando que o “golpe para correr com o [António José] Seguro desacreditou o PS e, em parte, a Democracia”. Considera que anterior secretário-geral socialista “não merecia o que lhe fizeram” e que agora aquele partido está a sofrer as consequências.
Por outro lado, o actual líder, António Costa, foi “buscar o pior PS, aquele que está ultrapassado, o da bancarrota, dos negócios”, diz, salientando que “mal está o país se regressar aquela equipa ao poder”.
Fernando Costa acredita que a coligação a nível distrital irá correr bem, lembrando que já estiveram juntos na campanha para as eleições europeias. “Os dois partidos são diferentes e têm os seus interesses autárquicos diferentes, mas em termos nacionais têm uma posição comum”, realçou. O autarca conhece bem a diferença de posições que existem a nível local entre os dois partidos, como foi o caso recente das criticas dos centristas, na Assembleia Municipal, ao funcionamento da Câmara, ou à polémica que envolveu a direcção do Centro da Juventude.
Questionado pela Gazeta das Caldas sobre as suas aspirações para as próximas eleições, o político revelou que será apenas director de campanha. “Deixei de ser jogador para ser só treinador”, disse, acrescentando que existe a hipótese de integrar a lista do distrito, mas num lugar não elegível. Disse mesmo que anda na política por ideais e que ser candidato não é o mais importante.
Um bom resultado para o distrito é ganhar e conseguir sete deputados. “Oito será mais difícil, mas não impossível”, disse, fazendo fé no “capital de prestígio” que o PSD tem no distrito. O também presidente da distrital social-democrata destaca que Leiria tem estado na “linha da frente” em todas as causas, destacando que conseguiram salvar a Linha do Oeste, “que o governo anterior queria fechar das Caldas para Coimbra”.  Também os hospitais “estão com projectos a ser lançados, há grandes obras nas principais estradas e intervenções na Lagoa de Óbidos”, conclui.
O director-adjunto, Rui Gonçalves (CDS-PP), destacou que esta é uma fase de informação pública em que pretendem dar a conhecer aos cidadãos, pessoalmente, o que o governo tem feito pelo país. “A aceitação tem sido extraordinária” disse o militante centrista. Reconhece que as pessoas não estão muito contentes com tudo o que o governo tem feito, mas “sabem que não querem o regresso a um passado tenebroso com o PS”.
Também Rui Gonçalves está optimista em relação aos resultados e acredita que serão melhores que os obtidos nas eleições europeias. Repetir a eleição de sete deputados da coligação no distrito, tal como em 2011, é para o director adjunto o objectivo a alcançar.
Depois da acção nas Caldas, a coligação já passou por Alcobaça, Pombal, Batalha, Ansião e Bombarral. Para hoje, 26 de Junho, estão previstas acções nos mercados de Porto de Mós e Nazaré, terminando no domingo de manhã, com uma visita ao Mercado de Santana, em Alvorninha.
Fernando Costa tem como adjunto na direcção da campanha o arquitecto e militante do CDS-PP, Rui Gonçalves. Também o vereador e líder da concelhia, Hugo Oliveira integra este órgão distrital, como coordenador dos autarcas sociais democratas da distrital do PSD.

 

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