«30 Crónicas I – II» de Emanuel Jorge Botelho

Em boa hora resgatadas do efémero do jornal, aqui estão 60 crónicas de um poeta que nunca deixa de o ser. Começou a publicar em 1980 («Terra Mote ou a Destruição dos Búzios») e não tem parado de escrever mesmo quando regista num caderno de anotar lamentos: «o progresso é, tantas vezes, o fim do futuro».
(Edição: Letras Lavadas/Artes e Letras, Fotografia: José António Rodrigues/Puliçor, Capa e Ilustrações: Urbano, Composição: Emanuel Rodrigues, Arranjo gráfico: Urbano, Emanuel Rodrigues e Pedro Melo)