
Este livro está escrito para o leitor do Brasil e aparecem palavras como «cacatuas» (188), «grita» (198), «anular» (274), «hidrelétricas» (409), «indenização» (445) «boia fria» (485) ou «anistia» (487) além da abreviatura da OPEP surgir como «Opep», entre muitas outras. Nota-se a falta de aspas na página 474 antes do nome da canção «A estrada e o violeiro» e Mário Lago é referido na página 395 como «compositor» e não como actor ou ficcionista. A frase mais famosa do romance «O leopardo» de Lampedusa aparece na página 235 como «Se queremos que tudo continue como está é preciso que tudo mude» quando o príncipe terá dito, depois de votar, «É preciso mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma».
(Editora: Temas e Debates / Círculo de Leitores, Capa: Victor Burton)