
Ao José Nascimento, à Paula Carvalho, ao Rui Gonçalves, ao José Carlos Faria, ao Jorge Varela e ao Lino Romão agradeço o prazer que me deu também a leitura das Vossas crónicas, como contraponto, complemento e contraditório às que eu próprio escrevi. Ler é diferente de escrever, mas ler e escrever acabam por ser as duas faces da mesma moeda.
Termino como comecei. Entendo que as Caldas da Rainha são uma centralidade territorial incontestável na subregião do Oeste Norte e que, por isso, a nossa responsabilidade política como Caldenses ultrapassa as fronteiras do nosso concelho e reflete-se também nos concelhos à nossa volta. Temos a responsabilidade de implementar as políticas mais modernas, criativas, europeias e cosmopolitas, de forma a afirmar as Caldas da Rainha como uma cidade e um concelho que lideram efectivamente este território do Oeste Norte, fortalecendo um nó importante de uma rede urbana aberta ao Mar Atlântico e à inovação. Para isso, temos de dialogar com os nossos concelhos vizinhos, encontrar pontes de entendimento e descobrir economias de escala que favoreçam a internacionalização deste território do Oeste Norte, construído sobre as águas salgadas do Atlântico e as águas profundas das fontes termais!
Jaime Neto
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