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Força do bloco volta a fazer a diferença para os caldenses

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Força do bloco volta a fazer a diferença para os caldenses

Pav. Rainha D. Leonor, Caldas da Rainha
SP. CALDAS 3
Nuno Pereira, Felipe Hernandez, Kiká, Gustavo Freitas, José Vinha, Calaça, Bernardo Silva (L), Pedro Araújo, Ruben Santos
Não utilizados: James Coll, Tomás Rocha, Paulo Pereira
Treinador: Frederico Casimiro
VC VIANA 1
Ivo Rodrigues, José Belo, Bruno Cunha, João Cardia, João Franco, Rafael Cavalcanti, Diogo Arriscado (L), Nuno Teixeira, Miguel Cunha, João Pontes
Não utilizados: Diogo Rodrigues, Victor Santana
Treinador: João Corronha
Parciais: 22-25, 25-21, 25-22, 25-23

O Sporting das Caldas voltou a vencer, conseguindo o terceiro triunfo de um arranque de quatro jogos sempre com factor casa, e chegou ao quarto lugar da tabela. A formação caldense voltou a fazer um jogo globalmente muito equilibrado, mas teve na capacidade de travar os ataques do adversário o principal factor diferenciador para o adversário.
Reforçado esta época com alguns elementos importantes provenientes do V. Guimarães, como o oposto Bruno Cunha e o central Ivo Rodrigues, o VC Viana surgiu muito bem no primeiro set, ganhando vantagem nos pontos iniciais e mantendo-a até ao final. Os caldenses sentiram neste arranque de partida algumas dificuldades para montar a armadilha da defesa alta, apesar de conseguirem blocar diversas vezes o ataque vianense, a chegada tardia não permitia direcionar da melhor forma a bola, pelo que não somou qualquer ponto desta forma neste primeiro parcial, ao passo que os visitantes somavam 17 pontos nas acções nas três zonas junto à rede.
Da noite para o dia foi o segundo set. Os caldenses precisavam de uma entrada forte e fizeram-no. Embora o VC Viana mantivesse toda a entrega do primeiro parcial, os caldenses tinham agora o acerto que tinha faltado no primeiro set, acrescentando à eficiência no ataque uma maior capacidade para se defender do ataque do adversário.
Isso não só se traduziu em pontos em acções ofensivas, sobretudo a partir das zonas 2 e 4, como também nas defensivas. Não foram só os cinco blocos a ajudarem à conquista do segundo set, como as maiores dificuldades criadas ao adversário para enquadrar os remates que conseguiam passar.
À eficácia na defesa e no ataque à rede, os caldenses juntavam uma organização e empenho muito fortes também na defesa baixa, conseguindo manter no ar várias bolas que pareciam perdidas e que acabaram por fazer cair pontos a favor dos caldenses.
Com mais dois sets de idêntico nível os caldenses fecharam mais uma vitória a três pontos e encerraram um ciclo de quatro jogos consecutivos a jogar em casa. Segue-se jornada dupla nos Açores, para defrontar, no sábado, a Fonte Bastardo e, no domingo, o Clube K.
SC Caldas-Sporting a 3 de Novembro
O Sp. Caldas vai receber o Sporting a 3 de Novembro para a sétima jornada do campeonato. O jogo estava inicialmente previsto para o pavilhão João Rocha a 4 de Novembro, mas os clubes acordaram a mudança de data e de localização devido aos compromissos internacionais de ambos.

 

NUNO PEREIRA – JOGADOR DO SCC
Ganhar sempre
O importante é a vitória por três pontos. Entrámos algo apáticos e isso custou-nos o primeiro set, mas conseguimos galvanizar-nos, colocar a nossa garra e qualidade em campo e isso deu a vitória. Perdemos com o Leixões, depois jogámos bem nos seguintes e ganhámos, o importante é amealhar o máximo de pontos para ir buscar o primeiro objectivo e depois ir à procura de outros. Queremos ganhar sempre, seja contra quem for.
Já tive noutros lados mas este projecto sempre foi muito desafiante. Desde os primeiros anos houve gente a querer que o Caldas descesse, mas ano após ano temo-nos batido bem e é importante que as pessoas sintam que temos um clube de I Liga. Gosto muito das Caldas, é a minha segunda casa e também tenho demonstrado esse carinho pela cidade e pelo clube com o meu trabalho.

 

FREDERICO CASIMIRO – TREINADOR DO SCC
Controlámos bem
Entrámos apáticos no primeiro set e tivemos a questão do bloco que não funcionou. Demorávamos muito tempo a fechar o bloco e isso criou dificuldades, juntando a um erro ou outro. Corrigimos a partir do segundo set e, tirando o último set que foi mais equilibrado, conseguimos controlar bem o jogo. Esta equipa do Viana é muito boa defensivamente e que obriga a ter muita paciência. O saldo é positivo até agora, foram três vitórias importantes para os nosso objectivos, vamos agora aos Açores tentar trazer duas vitórias.

 

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