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Arribas da Foz do Arelho serão “locais aprazíveis para a contemplação”

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Arribas da Foz do Arelho serão “locais aprazíveis para a contemplação”

As arribas da Foz do Arelho vão ser requalificadas. O seu projecto de melhoramento e minimização dos riscos, no valor de 1,102 milhões de euros, já foi aprovado em Março, estando agora a Câmara das Caldas a preparar o caderno de encargos para lançar o concurso em Setembro. A obra deverá estar concluída em Junho de 2011, antes do início da época balnear.

A intervenção contempla o desvio das águas pluviais, através de condutas, para o mar, para que não continuem a descer sobre as arribas, aumentando a sua erosão, assim como criação de percursos e revitalização dos miradouros existentes na costa, entre a rotunda do Green Hill e a zona próxima do Hotel do Facho.
“Alguns miradouros passam a ter estacionamento e outros deixam de o ter, e passa a haver ligação pedonal entre todos”, explicou o vereador Hugo Oliveira. Será também criada uma zona de contemplação do mar, com bancos para os visitantes se instalarem, e na extensão da estrada há a intenção de criar mais estacionamento.
De acordo com o responsável, esta intervenção tem ainda por objectivo tentar que estes sejam sítios aprazíveis para as pessoas e que não sejam perigosos.
“As pessoas vão poder circular numa arriba que actualmente está praticamente inacessível”, resume o autarca.
O projecto foi realizado pela autarquia, mas o estudo geomorfológico foi feito pelo Departamento de Geografia da Faculdade de Letras de Lisboa, coordenado pelo professor José Luís Zêzere, que integrava a equipa do PROT, “e que nos garante a qualidade do trabalho”, disse Hugo Oliveira. Conta ainda com os pareceres do INAG e da Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH Tejo).
Esta obra, de valor superior a um milhão de euros, é comparticipada a 70% por fundos comunitários do Programa Operacional de Valorização do Território (POVT). Hugo Oliveira ressalva que as intervenções que a autarquia está a proceder no litoral são da tutela da administração central. No entanto, “como esta não tem financiamento, a Câmara prontificou-se em pagar a comparticipação nacional porque tem todo o interesse em requalificar aquela zona”.
O projecto para o cais da Foz consiste na implementação do POOC e a revitalização daquela zona. “Estamos a preparar o projecto de execução para quando abrir um quadro comunitário podermos candidatar sem perdermos tempo”, disse o responsável, adiantando que pretendem ligar aquela obra ao plano de pormenor do apoio náutico, que está em preparação.

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