
Era bom que outras modalidades olhassem para este bom exemplo e dessem oportunidades às mulheres. Talvez se discutisse menos as decisões de arbitragem e se valorizasse o desporto.

Os autarcas do Oeste evidenciam falta de eficiência e de visão estratégica, ao não terem conseguido até hoje apresentar à tutela da Saúde o que realmente a região quer, onde e como. Perdidos em questiúnculas menores, servem de álibi para que ninguém decida nada. E, ainda por cima, uma responsável pela gestão dos fundos comunitários vir, com um certo oportunismo, “oferecer” um hospital, esquecendo que o mesmo não é apenas edifícios e exige recursos, especialmente humanos, devendo enquadrar-se numa lógica mais vasta. Estamos perante mais um jogo do empurra, parecendo que o dinheiro afinal existe e que o Oeste não o aproveita.

