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As diatribes da CP

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Segunda-feira, 9 de Julho. Um grupo de 70 jovens de Torres Vedras que tinha ido a um festival à Figueira da Foz na quinta-feira anterior, regressa a Torres Vedras de comboio. A primeira mudança, em Verride, correu bem e apanham a automotora vinda de Coimbra para as Caldas da Rainha, onde chegam às 16h00. De seguida haveria um transbordo para partir às 16h16 para Torres Vedras, mas este comboio foi suprimido. O próximo era às 17h30, mas a CP não faz as coisas por menos e também esse foi suprimido. Como só haveria comboio – se houvesse! – às 20h00, os jovens ligaram para as famílias, que vieram da zona de Torres Vedras até às Caldas da Rainha para os vir buscar.
Recorde-se que há poucas semanas também um turma de alunos da Escola Bordalo Pinheiro e uma professora tiveram de ser resgatados em S. Martinho do Porto pelos encarregados de educação porque ficaram “pendurados” naquela estação sem comboio e sem informações.
A falta de automotoras têm impedido a CP de assegurar a sua oferta regular na linha do Oeste (e também no Alentejo e no Algarve). Na sexta-feira, 6 de Julho, não circulou um único comboio entre Caldas da Rainha, Leiria e Coimbra, tendo a empresa recorrido a autocarros. As supressões têm sido diárias e afectam muitas vezes mais de metade das circulações previstas.
Gazeta das Caldas tentou saber junto da CP quais as soluções que tem previstas para resolver o problema da falta de material circulante na linha do Oeste, mas não obteve resposta.

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