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PS vota contra orçamento da Câmara das Caldas para 2018

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Os dois vereadores da oposição, os socialistas Luís Patacho e Jaime Neto, votaram contra o orçamento da Câmara das Caldas para 2018, no valor de 25,9 milhões de euros. O documento viria a ser aprovado, na reunião de 11 de Dezembro, com os votos favoráveis da maioria social-democrata no executivo.
Os vereadores PS, Luís Patacho e Jaime Neto votaram contra a proposta de Orçamento e Grandes Opções do Plano 2018 por considerarem que se “limita a apresentar mais do mesmo” e não ter novas opções de políticas integradas de desenvolvimento económico e social, referem na declaração de voto.
Os vereadores da oposição falam em “listagem de acções genéricas e desarticuladas”, com as quais discordam em larga medida e não encontram um fio condutor “estratégico e integrador que contribua efetivamente para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e também da prestação do serviço público pelo município”. Luís Patacho e Jaime Neto queixam-se ainda de terem sido marginalizados por parte do executivo, pois não foram convocados para qualquer reunião preparatória do Orçamento nem envolvidos na sua preparação.

Os autarcas salientam que a única coisa que conseguiram foi ver acolhidas no documento, e já na reunião em que foi votado, a criação de um pombal contraceptivo e de uma aplicação para telemóvel (“GeoCaldas”), que permitirá aos cidadãos interagirem directamente com a Câmara para denúncia de problemas e apresentação de soluções. Os socialistas propuseram ainda a adopção de medidas para que as reuniões públicas da Câmara Municipal passem a ser transmitidas online, em directo, em áudio e vídeo (streaming).
Na declaração de voto, os vereadores ironizam que este Orçamento tem a “virtude de demonstrar à sociedade a profunda inércia desta Câmara, quando repete grandemente as acções já inscritas no Relatório do Orçamento para 2017 e, até, em anteriores, que não foram executadas”.
Os vereadores abstiveram-se na votação do orçamento dos SMAS por reconhecerem que há um aumento do investimento, mas que continuam a verificar-se “lacunas graves ao nível da rede de distribuição de água e, sobretudo, de saneamento”

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